Saúde da Mulher

Espaço reservado para nós mulheres!

Aqui será postado informações referentes a saúde feminina,com o objetivo é explicar de forma simples o que são os principais males que atingem as mulheres.Mas nunca deixe de consultar o seu Médico Ginecologista !

Não respondemos a perguntas relacionadas a sintomas ou resultado de exames.O textos acima serve apenas como informação,somente o médico poderá avaliar e/ou orientar sobre qualquer sintoma similar as informações aqui postadas.

Cuidados com a saúde Intima

- Use sabonete neutro ou produtos apropriados para a higiene da região genital. Evite os sabonetes comuns e os que contêm cremes hidratantes. Esses são ótimos para a pele, mas péssimos para a vagina. Pode-se ter dois sabonetes, um para as mucosas, outro para o resto do corpo.
- Evite desodorantes íntimos e produtos como talcos e perfumes.
- Evite excessos, como lavagens exageradas na região genital, que podem retirar a proteção natural da vagina.
- Use roupas leves, que não comprimam a região genital.
- Evite o uso excessivo de tecidos sintéticos e jeans.
- Dê preferência a calcinhas de algodão em relação às de tecidos sintéticos, como a lycra.
- Lave as calcinhas com sabão de coco ou sabonete neutro. Não use amaciante nem água sanitária nas peças. Do contrário, é preciso se certificar de que não restaram resíduos dos produtos no tecido.
- Seque a roupa íntima em locais secos e arejados, de preferência expostas ao sol. Não deixe as calcinhas secarem em banheiros e outros locais abafados.
- Não passe muito tempo com biquínis molhados.
- A depilação deve ser feita de forma cautelosa. É preciso observar as condições de higiene do local que oferece o serviço e se certificar de que a cera é descartável. Antes e após o procedimento, deve ser feita a limpeza da área para evitar a contaminação por germes.
- Durante a menstruação, troque o absorvente quantas vezes forem necessárias, dependendo do fluxo, e com um mínimo de três vezes. A cada troca, fazer a higiene local.
- O uso de absorventes diários não é recomendado. Eles impermeabilizam e impedem a transpiração da região genital, favorecendo a instalação de fungos e bactérias.
- Absorventes internos podem ser usados, desde que trocados com regularidade.
- Evite papel higiênico colorido ou perfumado. Eles podem agredir a mucosa.
- Jamais use duchas vaginais sem prescrição médica.
- Não use o chuveirinho do vaso sanitário para lavar a vagina internamente. A água remove as bactérias e torna a área mais suscetível a infecções.
- A mulher possui lubrificação natural. Procedimentos que deixam a área genital ressecada podem levar a pequenas rachaduras que são fonte de infecção.
- O lubrificante íntimo pode ser boa alternativa para manter a lubrificação da mulher durante a relação sexual.
- Procure sempre um médico aos primeiros sintomas atípicos e nunca faça a automedicação.
- Procure um médico regularmente, de seis em seis meses a um ano, para realizar os exames ginecológicos. Atenção: a prevenção é o conjunto de todos os procedimentos durante a consulta, incluindo a conversa com o ginecologista. Não apenas o exame citológico ou das mamas.
- Para quem se sente à vontade, dormir sem calcinha é uma boa oportunidade para a pele da região genital respirar.

Candidíase Genital

A candidíase genital é uma infecção fúngica da vagina ou do pênis, comumente denominada “sapinho” , causada pela Candida albicans. O fungo Candida vive normalmente na pele ou nos intestinos. A partir dessas áreas, a Candida pode disseminar-se até os órgãos genitais. Em geral, a Candida não é transmitida sexualmente.
A candidíase é uma causa muito comum de vaginite. A candidíase genital tem-se tornado mais comum por causa do crescente uso de antibióticos, de contraceptivos orais e de outras drogas que alteram o ambiente vaginal e favorecem o crescimento de Candida. A candidíase é mais comum em mulheres grávidas ou que estão menstruando e em diabéticas. Menos freqüentemente, o uso de certas drogas (p.ex., corticosteróides ou quimioterapia contra o câncer) e doenças que suprimem o sistema imunológico (p.ex., AIDS) podem facilitar a infecção.
Sintomas e Diagnóstico
As mulheres com candidíase genital geralmente apresentam prurido ou irritação vaginal e vulvar e podem apresentar secreção vaginal. É freqüente uma irritação muito intensa, mas a secreção é pequena. A vulva pode tornar-se avermelhada e edemaciada. A pele pode ficar em carne viva e apresentar fissuras.
Na maioria dos casos, a parede vaginal encontra-se recoberta por um material caseoso (semelhante ao queijo), mas pode apresentar um aspecto normal. Geralmente, os homens são assintomáticos, mas a glande e o prepúcio (em homens não circuncidados) podem estar feridos e irritados, em especial após uma relação sexual. Às vezes, os homens podem observar uma discreta secreção uretral.
A glande e o prepúcio podem tornar-se hiperemiados, apresentar pequenas vesículas ou feridas com crostas e podem ser recobertos por uma material caseoso. O médico pode estabelecer rapidamente o diagnóstico pela coleta de amostras da vagina ou do pênis e pelo exame microscópico das mesmas. As amostras também podem ser enviadas a laboratório para cultura.
Tratamento
Nas mulheres, a candidíase pode ser tratada através da lavagem vaginal com água e sabão, secando-se a área em seguida com uma toalha limpa e aplicando-se um creme antifúngico que contenha o clotrimazol, o miconazol, o butoconazol ou tioconazol e terconazol. Como alternativa, o cetoconazol, o fluconazol ou o itraconazol podem ser administrados pela via horal. Nos homens, o pênis (e o prepúcio em homens não-circuncidados) devem ser lavados e secos antes da aplicação de um creme antifúngico (contendo, por exemplo, nistatina).
Algumas vezes, as mulheres que fazem uso de contraceptivos orais devem interromper o seu uso por vários meses durante o tratamento para candidíase vaginal, pois essas drogas podem piorar a infecção. As mulheres que apresentam um risco inevitável de candidíase vaginal (p.ex., aquelas com comprometimento do sistema imunológico ou aquelas que vêm utilizando antibióticos durante um longo tempo) podem necessitar de uma droga antifúngica ou de uma outra terapia preventiva
É um dos mais irritantes corrimentos. Provoca corrimento espesso e grumoso tipo “nata de leite” e geralmente é acompanhado de coceira ou irritação intensa. Cândida ou Monília é um fungo, e a candidíase
é, portanto, uma micose.
A candidíase aparece quando a resistência do organismo cai ou quando a resistência vaginal está diminuída. Alguns fatores são facilitadores dessa micose:
• antibióticos;
• gravidez;
• diabetes;
• outras infecções (por exemplo, AIDS);
• deficiência imunológica;
• medicamentos como anticoncepcionais e corticoides.

Eventualmente o parceiro sexual aparece com pequenas manchas vermelhas no pênis. Mas a candidíase NÃO é considerada, por alguns especialistas, uma doença sexualmente transmissível, pois pode ocorrer mesmo sem o contato íntimo ou relação sexual, uma vez que esse fungo pode ser encontrado habitualmente no ser humano.
O diagnóstico é clínico, por meio de exames de laboratório e o papanicolau.
O tratamento é à base de antimicóticos, mas deve-se tentar tratar as causas da candidíase para evitar as recidivas.
É muito importante não confundir o corrimento por cândida com o corrimento por excesso de Bacilos de Doderlein, pois, nesse caso, o tratamento é diferente. 


O que causa o prurido vulgar?
 
Existem diversas outras causas de corrimento e de prurido vulvar sem corrimento:
a) Um dos mais comuns é o corrimento por excesso dos Bacilos de Doderlein, o qual dá os mesmos sintomas da cândida, mas o tratamento é diferente. Bacilos de Doderlein são bacilos normais da vagina, que se alimentam de glicogênio, produzidos pelas células vaginais estimuladas pelos hormônios femininos. Esses bacilos são importantes, pois produzem ácido lático, o que mantém a pH da vagina ácido para evitar a proliferação de outras bactérias causadoras de doenças.
b) Vaginite atrófica (por carência dos hormônios femininos da menopausa).
c) Vaginite atrófica (por alteração dos  hormônios na gravidez, do parto e da amamentação).
d) Vaginite irritativa, provocada por atrito da camisinha, diafragma, espermaticida, químicos do gel lubrificante, uso constante de absorvente externo e interno.
e) Vulvovaginite alérgica provocada por calcinhas de lycra, nylon e outros tecidos sintéticos, roupas apertadas, jeans, meias calça, produtos químicos contidos no corante das roupas etc.

Cervicites – inflamações do colo do útero
Vulvites – inflamações da parte externa dos genitais (chamada vulva) causados por:
- papel higiênico colorido ou perfumado;
- sabonetes perfumados ou cremosos;
- shampoos e condicionadores de cabelo;
- sabão em pó e amaciantes de roupas;
- detergentes;
- desodorantes íntimos;
- uso do chuveirinho como ducha vaginal.

Prurido vulvar é a coceira intensa na vulva.
Lembre-se de que corrimento não é a lubrificação normal da vagina durante o ato sexual. Isto é absolutamente normal.

É muito importante que a própria mulher tente descobrir qual a causa de seu corrimento, experimentando tirar os fatores irritantes um a um.
A automedicação, sem orientação médica, é uma das principais causas de corrimentos crônicos.

Dúvidas sobre  infecção  urinária

Provavelmente você já ouviu falar em infecção urinária, cistite, pielonefrite, inflamação na bexiga e etc.
O ginecologista, doutor Jorge Milhen Haddad, chefe do Setor de Uroginecologia da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP - Universidade de São Paulo, explica sobre essa doença e tira dúvidas sobre os sintomas e os tratamentos para a infecção urinária.

1. O que é infecção urinária?
A infecção urinária é a presença de microrganismos em alguma parte do trato urinário.
Algumas pessoas, em especial as mulheres, podem apresentar bactérias no trato urinário e não desenvolverem infeccção urinária, esses casos são chamados de bacteriúria assintomática.

2. Como as mulheres adquirem infecção urinária?
A maioria das infecções urinárias são causadas por bactérias do trato gastrointestinal que migram por via ascendente da região perineal até a bexiga. Muito raramente, ocorre infecção pela via hematogênica (via circulação sanguínea).

3. Quais são os principais fatores de risco?
Em mulheres na pós-menopausa, a queda dos níveis hormonais (estrogênio) diminui os lactobacilos na vagina (microrganismos que protegem a vagina) e altera os tecidos vaginal e uretral, favorecendo a colonização da bexiga por microrganismos e, consequentemente, a infecção urinária. Além disso, hábitos intestinais alterados, tanto
constipação como diarreia, aumentam a colonização de germes no períneo, portanto devem ser tratados. O uso de espermicidas e tampões também elimina os lactobacilos, propiciando as cistites de repetição por facilitarem a colonização de E. coli. Para algumas mulheres, a atividade sexual associa-se muito à cistite aguda e elas devem ser
orientadas a urinar antes e após as relações sexuais. Outros fatores de risco que se deve investigar são o prolapso vesical (bexiga caída), que deixa sempre resíduo urinário após micção, e diabetes mellitus.

4. Quais são os principais sintomas?
Os principais sintomas da infecção urinária são disúria (ardor na uretra durante a micção), aumento da frequência das micções (mais de sete micções diárias), noctúria (mais de uma micção noturna), sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, dor suprapúbica, hematúria (sangue na urina) e alteração do aspecto físico da urina, como coloração escura, turva e odor forte. A presença de dor lombar, febre e/ou comprometimento do estado geral associase à infecção do trato urinário alto (pielonefrite).

5. As infecções do trato urinário em mulheres são muito frequentes? Por quê?
As infecções urinárias ocorrem em 80% a 90% das mulheres por algumas particularidades, como uretra curta e proximidade
uretral com a vagina e o ânus, os quais possuem bactérias que podem levar a infecção urinária.

6. Em alguma faixa etária, a infecção urinária costuma ser mais prevalente?
Esse tipo de infecção só não é mais frequente no sexo feminino no primeiro ano de vida ou após os 80 anos, em razão das alterações da próstata em homens. É mais prevalente em mulheres na idade reprodutiva e depois nas pós-menopausadas devido à queda do estrogênio.
7. Como é realizado o tratamento da infecção urinária em mulheres?
As mulheres que apresentam o primeiro episódio e sintomas sugestivos sem leucorreia (corrimento vaginal) ou irritação vaginal podem ser tratadas com antibiótico em dose única ou de curta duração (três dias). Se for recorrente, deve-se sempre solicitar urocultura com antibiograma e tratar com antibiótico de curta duração (três dias).

8. Qual a diferença entre cistites e pielonefrites?
Cistite que ocorre na maioria das vezes é infecção da bexiga, enquanto pielonefrite é infecção do rim. A pielonefrite é uma infecção urinária complicada com sintomas mais severos, como febre e dor lombar.

9. Caso a mulher tenha infecção urinária recorrente, que medidas devem ser tomadas?
Na infecção urinária recorrente, deve-se sempre solicitar urocultura com antibiograma e tratar com antibiótico de curta duração (três dias) seguindo o antibiograma. Deve-se orientar quanto aos fatores de risco, como alteração intestinal, micção antes e após relação sexual, estrógeno para as mulheres na pós-menopausa sem contraindicação
hormonal e não uso de diafragma e espermicidas. Além disso, recomenda-se ingerir cranberry e efetuar antibioticoterapia profilática (uma dose diária) por seis meses ou imunoterapia.

10. Como deve ser o tratamento desse tipo de infecção em mulheres gestantes?
As mulheres gestantes devem ser sempre tratadas, mesmo se não apresentarem sintomas. Além disso, deve-se atentar para fármacos que sejam permitidos na gestação sem prejudicar o feto e recomenda-se o tratamento de longa duração (sete a dez dias).

11. Que medidas devem ser tomadas para prevenir esse tipo de infecção?
Para prevenir infecção urinária, recomenda-se uma boa ingesta de líquidos, não reter urina, corrigir alterações intestinais como diarreia ou obstipação, micção antes e após relação sexual, estrógeno para as mulheres na pósmenopausa sem contraindicação hormonal, não uso de diafragma e espermicidas e tratamento adequado do diabetes mellitus.

O que é a Tricomoníase

Trata-se de um corrimento esverdeado e bolhoso, com odor, podendo ser acompanhado de coceira, causado por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis e adquirido por meio de relações sexuais ou de contatos íntimos com secreções de uma pessoa contaminada. Portanto, tricomoníase é considerada uma doença sexualmente transmissível.
 O diagnostico é clínico e por meio de exames microscópicos realizados no próprio consultório médico, exames de laboratório ou pelo papanicolaou.
O tratamento é feito por meio de antibióticos e quimioterápicos, sendo obrigatório o tratamento do parceiro sexual.

Cauterização do Colo do Útero

A cauterização do colo do útero é o tratamento das feridas e das cervicites após o tratamento da infecção.
Os métodos mais comuns são criocauterização, eletrocauterização e cauterização de alta frequência e laser.
Todos são feitos em consultório médico e são praticamente indolores.
Converse com seu médico sobre as vantagens de cada um.

A “feridinha” e a Cauterização

Pergunta frequentes ouvidas pelo ginecologistas” Como foi que eu peguei  essa ferida?;” por que tenho que fazer cauterização?? “ Isso dói??”
O colo do útero é,basicamente,um canal situado no fundo da vagina.A parte externa do colo,que fica em contato com o ambiente vaginal,chamada ectocérvice,é coberta por um epitélio espesso que tem várias camadas de céluas sendo portanto,mais resistentes ás eventuais agressões próprias do local,como acidez,agentes infecciosos(vírus e bactérias) e traumas mecânicos causados pelo coito.A parte interna desse canal,que se prolonga até a cavidade uterina,é muito mais delicada,sendo revestida por um epitélio fino e delicado que possui uma única camada de células.Por mecanismos hormonais (estrogênios),inerentes ao organismo feminino,o revestimento interno do canal sensível e frágil – passa a se localizar na porção externa do colo (eversão),o que torna mais sucetível a sangramentos durante as relações sexuais,a infecções de diversas etiologias (clamídia,HPV),além de,uma vez inflamado,produzir uma quantidade excessiva de muco,que se exterioriza soba a forma de um corrimento espesso pegajoso e amarelo (cervicite).

Em outras palavras,a mulher não “pega a ferida”.Está é uma consequência da influência hormonal durante a idade fértil.
A natureza reconhece que o ambiente vaginal não é o adequado para aquele apitélio que saiu do canal cervical e ficou exposto aos agentes agressores.Diante disso,ela sabiamente promove a substituição daquele epitélio mais frágil por outro mais resistente,por meio de um processo que,entre médicos,é conhecido pelo nome de metapasia.Em outras palavras,se não fizermos nada,a Natureza se encarregará de “tratar” a ectopia.O processo,porém é muito lento e irregular,podendo levar anos se completar.
Entre as razões pelas quais se cauterza a ectopia,estão os desagrádaveis sintomas por ela causados
( sangramento de contato,corrimento),a maior resistência do novo epitélio em relação ás infecções (DSTs) e uma Menor vulnerabilidade – isso é discultível- em relação ao câncer do colo.
A cauterização,como o nome indica,é uma queimadura,de intesindade e profundidade controladas,que tem  por objetivo destruir – completamente,e em questão de segundos – o epitélio evertido,aproveitando a capacidade regeneradora da Naturexa.Durante o processo de cicatrização,que dura de quatro a seis semanas,há uma completa substituição daquele tecido frágil por outro mais resistente.
 A cauterização do colo é realizada no consultório – preferencialmente ,nos primeiros dias que se seguem ao término da menstruação – e não requer qualquer tipo de anestesia,pois é praticamente indolor,apesar de algumas pacientes queixarem-se de uma cólica leve durante o procedimento.
Durante o periodo de cicatrização,por motivos óbvios,a abstinência sexual de ve ser total.Nesse intervaldo recomenda-se a aplicação de cremes vaginais para acelerar o processo de regeneração.Entre o sétimo e o décimo dia após o procedimento  pode ocorrer ( não aobrigatoriamente) um pequeno sangramento que,se se intensificar merecerá uma inspeção por parte do médico assistente.
Colo com Ectópia
Como a influência hormonal sobre o colo é constante a idade fértil da mulher ( incluse durante a gravidez),uam porção do canal pode ser exteriorizar,decorridos alguns anos da primeira cauterização.Nesse caso,uma segunda cauterização será necessária.                   

Colo Normal

LACTOBACILOS E A FLORA VAGINAL

Você sabia que um dos fatores da secreção vaginal está no desequilíbrio de lactobacilos na flora vaginal?
O equilíbrio do ecossistema vaginal é mantido por complexas interações entre a flora vaginal dita normal, os produtos do metabolismo microbiano, o estado hormonal e a resposta imune do hospedeiro. A vagina é habitada por numerosas bactérias de espécies diferentes que vivem em harmonia e que por isso são consideradas comensais, mas que podem, em situações especiais, tornarem-se patogênicas.
O Lactobacillus sp é a espécie bacteriana predominante no meio vaginal, determinando pH ácido (3,8 a 4,5) que inibe o crescimento de várias outras bactérias que potencialmente são nocivas à mucosa vaginal.
A flora vaginal em que há predomínio de Lactobacillus sp encontra-se freqüentemente associada a quantidades apropriadas de bacterias. Por outro lado, o conteúdo vaginal em que existe ausência ou baixa concentração de Lactobacillus sp associa-se significativamente a processos patogênicos como a doença inflamatória pélvica, infecção pós-cirúrgica e as corioamnionites.
Fica implícito, portanto, que a flora microbiana que habita a vagina tem papel importante na eclosão de doenças (vaginose bacteriana, vaginose citolítica e doenças sexualmente transmissíveis), assim como na manutenção de um trato genital saudável. Além disso, o fluido vaginal tem atividade seletiva antimicrobiana contra espécies bacterianas não residentes.
O equilíbrio entre os lactobacilos e os outros microrganismos presentes determina o tipo de flora vaginal existente. De acordo com a quantidade de lactobacilos pode-se classificar a flora vaginal em três tipos:
  • tipo I -  quando no conteúdo vaginal existem 80% ou mais de lactobacilos;
  • tipo II - quando existe proporção aproximada de metade de lactobacilos e metade de outras bactérias.
  • tipo III - quando há predomínio claro de outras bactérias e redução acentuada do número de lactobacilos (menor que 25%).
 A vaginose bacteriana é síndrome em que há diminuição importante de lactobacilos e aumento dos germes anaeróbicos (Gardnerella vaginalis, entre outros).
Fatores extrínsecos podem alterar o ecossistema vaginal. O uso de certos antibióticos, principalmente os de amplo espectro, interfere na manutenção da flora residente. A literatura pertinente sobre o assunto indica que o uso indiscriminado e freqüente de duchas vaginais higiênicas poderia levar à perda do equilíbrio entre os vários microrganismos residentes na cavidade vaginal, facilitando o aparecimento e manutenção de vulvovaginites. Tal suposição seria justificada pelo fato de as duchas vaginais promoverem limpeza mecânica das bactérias próprias da flora local e ao mesmo tempo introduzir substâncias exógenas que poderiam alterar o pH vaginal e causar reações alérgicas locais.

Características e Sintomas da TPM

Durante o período que antecede a menstruação, a mulher pode sentir alguns desconfortos que caracterizam a tensão pré-menstrual (a famosa TPM), tais como:
•    depressão;
•    vontade de chorar;
•    fome em excesso ou falta de apetite;
•    falta de sono;
•    inchaços;
•    agressividade;
•    ansiedade;
•    dor de cabeça;
•    acne.

 Como Aliviar a TPM
 
•    realize atividades que proporcionem bem-estar, como passear no parque;
•    faça uma atividade física. Pode ser uma caminhada ao ar livre, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis. Isso ajuda a reduzir a tensão e a melhorar a autoestima;
•    evite agendar compromissos importantes para os dias que antecedem a sua menstruação;
•    procure se arrumar, mesmo que você não vá sair de casa, isso também ajuda a elevar a sua autoestima;
•    afaste os pensamentos negativos, seja otimista e mentalize coisas boas;
•    procure fazer uma alimentação balanceada com verduras, frutas e legumes;
•    diminua o sal, ele ajuda a desencadear os inchaços, pois contribui na retenção de líquidos.




                                          Cuidados no Verão

Verão é a melhor estação do ano para quem curte uma piscina ou praia,porém devemos ter alguns cuidados,as mulheres em especial: pele,cabelos e não esquecendo que essa também é época onde ocorrem mais infecções urinárias.
Por passar muito tempo na piscina ou praia,o biquíni molhado,as infecções urinárias  crescem,pois o biquíni molhado  faz com que as bactérias encontradas na urina  se multiplicam podendo dar problemas graves caso não procure um Médico Ginecologista.
Se atente aos sintomas : Aumento na necessidade de urinar,dor e ardência ao urinar,sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e odor na urina.Podem ocorrer inflamação cutânea  na região,com vermelhidão na virilha e na área genital. 
Caso tenta algum destes simtomas não deixe de procurar um médico.
Alguns cuidados podem ser feitos para evitar a infecção urinária no verão.Beba muita água,após uso da piscina ou praia remova o biquini e tome um banho e use calcinha de algodão.

É hora do papanicolau

Descubra por que esse exame simples e eficaz pode fazer toda a diferença para a sua saúde

A coleta de material demora menos de 1 minuto
Toda mulher que vai ao ginecologista já ouviu falar no papanicolau. O nome complicadinho é uma homenagem ao médico grego George Papanicolaou, que criou o método em 1940. Mas as complicações desse exame acabam por aí: o papanicolau é muito simples e rápido de fazer. Não bastasse isso, ele é fundamental para detectar câncer de colo de útero.
Apesar de todas essas vantagens, menos de metade das brasileiras já fez um papanicolau. “É um número muito baixo se pensarmos  nos benefícios que o exame proporciona", lamenta o ginecologista Edson Fedrizzi, professor da Universidade Federal de Santa Catarina. O exame também é a melhor maneira de prevenir HPV e infecções vaginais. Tire as dúvidas e marque já sua consulta!

Entenda como o exame é feito

Amigo do útero Esse exame é importante para qualquer mulher. O ginecologista faz uma pequena raspagem das células do colo do útero, para identificar se você tem alguma infecção. Dá para detectar também câncer de colo de útero, um mal que atinge 18 mil brasileiras todos os anos.

O dia certo
Não adianta colher o material para papanicolau pouco antes ou logo depois da menstruação. Nesse período, o útero descama naturalmente, o que pode  prejudicar os resultados. O ideal é marcar com seu médico para fazer a coleta uma semana antes ou dez dias depois do fluxo menstrual.

Toda mulher precisa fazer

O papanicolau deve ser feito por todas as mulheres em período fértil - inclusive por aquelas que não têm vida sexual ativa. Se sua filha já fez sexo ou se ela tem mais de 21 anos, leve-a ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano para realizar esse exame. O mesmo serve para você. Apareceu corrimento? É bom refazer a coleta: quando um problema não foi detectado em uma consulta, pode ser percebido em outra e tratado a tempo.

Os cuidados  antes do exame  

Para evitar que o resultado saia errado, é preciso tomar alguns cuidados antes. Dois dias antes do exame, não tenha relações sexuais e evite fazer duchas íntimas. Também suspenda o uso de qualquer creme e medicação vaginal. Assim, você evita que o material coletado esteja contaminado.


Como é feito  
 

exame ginecológico

colocação do espéculo Faz-se exame externo da vulva e depois se introduz um instrumento chamado espéculo pelo canal vaginal para que se possa visualiza-lo e ao colo do útero (parte final do útero, do qual serão recolhidas as células para exame microscópico).








células do útero são colhidas para análiseO espéculo é um instrumento também conhecido como “bico de pato”, devido ao seu formato. Ele apresenta três tamanhos diferentes e, será escolhido de acordo com o tamanho de cada paciente, o número de filhos, etc. Virgens também podem realizar o exame e, para elas, existe o virgoscópio, especulo de tamanho especial.
Assim, as células do colo do útero são colhidas por meio de uma espátula (haste de madeira) e de uma escovinha bem pequenina. Essas células são colocadas numa lâmina que é enviada para um laboratório especializado em citopatologia. Também é chamado de citologia oncótica, Papanicolau, e fora do Brasil é conhecido como Pap Test ou Pap Smear.

 Métodos Contraceptivos

PÍLULA ORAL
> São hormônios sintéticos que impedem a ovulação
Vantagens: é o método menos invasivo, mais simples de usar e tem alta eficácia
Desvantagens: exige disciplina para não esquecer de tomar
INJEÇÕES MENSAIS OU TRIMESTRAIS
> São injeções subcutâneas com doses hormonais
Vantagens: é aplicada uma vez a cada mês ou a cada três meses, sendo indicada para mulheres com problemas gastrointestinais e que não se adaptam à pílula oral
Desvantagens: pode interromper a menstruação, fator nem sempre bem aceito por mulheres que associam o sangramento mensal à fertilidade. Segundo especialistas, não há prejuízo à saúde
IMPLANTE SUBCUTÂNEO
> É uma espécie de bastonete com hormônios do tamanho de um palito de fósforo colocado embaixo da pele do braço ou da nádega
Vantagens: tem eficácia superior à ligadura de trompas e dura até três anos
Desvantagens: é caro (custa em média R$ 500). Cerca de 70% das usuárias param de menstruar, fator nem sempre bem aceito pelas mulheres
DIU DE COBRE
> Pequeno artefato em formato de T colocado dentro do útero que impede os espermatozóides de chegarem à trompa e fecundarem o óvulo
Vantagens: não exige disciplina e dura cerca de 12 anos
Desvantagens: pode aumentar a quantidade e a duração do sangramento menstrual, causar cólicas e anemia. Nos casos de infecção por doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), a presença do DIU agrava os sintomas. É mais indicado para mulheres de parceiro fixo e que já tiveram filhos
DIU COM HORMÔNIOS
> Mesmo artefato em T, mas com hormônios, que são liberados continuamente na corrente sangüínea
Vantagens: não exige disciplina, dura até cinco anos e não costuma apresentar os efeitos colaterais do DIU de cobre
Desvantagens: é caro (custa cerca R$ 600) e pode interromper a menstruação
ANEL VAGINAL
> Anel de plástico com os mesmos hormônios das pílulas anticoncepcionais. Deve ser colocado na vagina no quinto dia da menstruação, onde deve permanecer por três semanas
Vantagens: é eficaz, conveniente e tem menos efeito colateral que a pílula oral, porque os hormônios são absorvidos diretamente pela circulação
Desvantagens: algumas mulheres acham desagradável colocar o anel todo mês
DIAFRAGMA
> Feito de borracha, é colocado dentro da vaginas para fechar a entrada do colo do útero, impedindo a passagem do esperma.
> Deve ser usado com geléia espermicida (que destrói o espermatozóide) e tem taxa de eficácia de 94%
> Pode ser inserido até seis horas antes da relação, mas a maioria das mulheres tem dificuldade em colocá-lo. Também não pode ser retirado até seis horas depois da relação e precisa ser bem higienizado antes de guardar.
        CAMISINHA MASCULINA
A camisinha masculina impede o contato do órgão genital masculino com a órgão genital feminino, nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatozóides entrem em contato com a órgão genital feminino e ocorra uma gravidez. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, genital (órgão genital masculino vagina) e oral (Pênis boca) e retal (órgão genital masculino vagina), prevenindo também as DST/HIV-Aids.
CAMISINHA FEMININA
> São dois anéis. O interno deve ser colocado dentro da vagina e o externo fica três centímetros para fora, cobrindo os lábios vaginais

> Captura o esperma, evitando que ele entre em contato com o óvulo. Mostra 95% de eficácica se for colocada corretamente

> Tem a vantagem de proteger também contra as doenças sexualmente transmissíveis, mas o grande inconveniente é seu aspecto nada atraente esteticamente

> Pode sair do lugar se não for bem lubrificada.

MÉTODOS COMPORTAMENTAIS
> Baseiam-se na técnica de evitar relações sexuais nos dias férteis (tabelinha) e no coito interrompido
> Têm alto índice de falha
> Exigem vários dias sem ter relações sexuais a cada mês


Fontes: ginecologista Marcelino Poli, Diário Gaúcho, O Guia das Curiosas

 

3 perguntas sobre absorvente interno


1. Quanto tempo posso ficar com o absorvente? Depende da intensidade do fluxo menstrual, mas o ideal é não passar mais de oito horas com ele. "Como é um elemento estranho no corpo (e que fica em contato com sangue), a troca regular evita a proliferação de bactérias, que pode causar infecção."

2. Preciso trocar toda vez que for ao banheiro?
Não, pois a vagina, a uretra (por onde sai o xixi) e o ânus são independentes. Mas é bom cuidar para que o cordãozinho não entre em contato com a urina. Se isso acontecer, é melhor trocar o produto.

3. Faz mal dormir com ele?  

Não, desde que você não exceda o tempo máximo de permanência recomendado pela médica. Como o produto não sai do lugar, não corre o risco de deixar você na mão no meio da noite. 

3 dúvidas sobre depilação íntima


1. Posso remover todos os pêlos?
Não é bom, já que eles são uma barreira contra a entrada de resíduos de fezes e urina na vagina e no ânus, o que pode causar infecção. Por outro lado, pelos em excesso, às vezes, favorecem o acúmulo dessas substâncias e dificultam a higiene, facilitando a proliferação de microrganismos.

2. Corro o risco de pegar alguma doença de pele?
A cera resseca, aumentando o risco de alergia e infecção. Por isso, depois da depilação hidrate a região (só externamente!). Mas cuidado, porque o maior perigo é a procedência da cera: se não for descartável, vira foco de fungos e bactérias que podem provocar vários tipos de infecção.

3. Por que dói mais quando estou menstruada?
Tem a ver com a liberação de uma substância inflamatória (a prostaglandina) antes e durante a menstruação. Nas mulheres com tendência a reter líquidos
nesse período, o inchaço comprime as terminações nervosas, aumentando a sensibilidade à dor.

O DIA MAIS FÉRTIL DA MULHER

As mulheres tem um período fértil esse período e contado em um período de 7 dias nesses 7 dias temos o ápice do período fértil que é o dia mais fértil da mulher um dia em que as possibilidades de uma gravidez são maiores.
Para sabermos esse dia é preciso sabermos o dia da menstruação em que dia desceu a menstruação é marcado pelo primeiro dia da menstruação o período fértil começa no 11° dia e vai ate o 17º dia depois da menstruação o dia fértil é o 14º dia ou podemos dizer também que o ápice do período fértil é o 14º dia após a menstruação.
Para sabermos devemos ver o primeiro dia do sangramento não o ultimo dia é quando a menstruação começa que o ciclo menstrual começa após o primeiro dia contamos 14 dias esse é o dia fértil os três dias que antecede e os três dias após ao 14º dia tem uma grande chance de ocorrer a gravidez, o espermatozoide pode ficar vivo dentro do corpo da mulher por até 4 dias isso significa que uma relação sem o uso de camisinha quatro dia antes do período fértil  os espermatozoides dessa relação ainda poderão estar vivos dentro do útero e acontecer uma gravidez.
Esses cálculos são baseados em um ciclo de 28 dias para mulheres com o ciclo maior que 28 dias sofrem uma alteração no dia fértil a conta para saber o dia fértil é diferente, para quem quer engravidar é só verificar as mudanças no muco cervical ele fica mais espesso chegando a parecer uma liga quando estamos no dia fértil em casos em que não queremos uma gravidez no período fértil e no dia mais fértil é que os cuidados com a prevenção devem ser redobrados.
O indicado quando queremos engravidar ou apenas evitar a gravidez é o acompanhamento médico com um ginecologista para que ele indique a conduta correta a ser seguida.


DÚVIDAS SOBRE O PARTO CESÁRIA

O parto cesárea ou cesariano é um procedimento cirúrgico, o mesmo é indicado apenas em casos onde haja a necessidade de tal procedimento, a cirurgia é um procedimento que é realizado por médico especializado para casos onde beneficie o paciente que vai ser submetido a cirurgia.

Motivos para realizar uma cesária?
- Sofrimento fetal.
- Posição fetal inadequada ou invertida.
- Pré-eclampsia.
- Hipertensão materna mal controlada.
- Diabetes.
- Herpes genital.
- HPV.
- Tamanho desproporcional do feto em relação a bacia óssea e à pelve.
- Entre outros casos específicos.
O uso de anestesia em procedimentos cirúrgicos como a cesária são necessários, geralmente a anestesia usada é a peridural ou raque, em casos específicos pode ser utilizada a anestesia geral, a cesária é uma cirurgia, os cuidados com o pós operatório são os mesmos que a maior parte das cirurgias de abdome.
O corte da cesária é feito nas sete camadas até chegar ao útero de onde é retirado o bebê e a placenta, depois que o cirurgião verifica o perfeito estado do local do corte e a ausência de sangramento hemorrágico é feito os pontos em todas as camadas, o tempo de anestesia é proporcional ao tempo de cirurgia, os cuidados do pós parto na cesária é complementado com os cuidados de uma cirurgia pélvica.
Entre os tipos de parto que temos a disposição o parto cesário é classificado como um parto de maior risco de recuperação no pós parto, onde as chances de infecções e a sensação de dor é maior que nos demais tipos de parto.

TIPOS DE PARTOS NORMAIS



O parto normal é o parto em que o criança nasce de forma natural, que a natureza criou com ou sem a intervenção de médicos, antigamente o parto erá feito por parteiras e a mulher não saia de casa para ganhar os filhos, em casos que a criança estava na posição errada, como por exemplo: Sentada, deitada ou de cabeça para cima, as parteiras faziam massagens na barriga da mãe para que a criança vira-se e se posiciona-se da forma correta.
Os tipos de parto normal são realizados hoje em dia em clinicas, hospitais e demais locais onde proporcionem para a mãe e para a criança a segurança contra infecções e profissionais qualificados para casos de problemas durante o parto ou o nascimento de crianças com problemas de saúde.

Tipos de partos normais:
  • Parto de cócoras
  • Parto natural
  • Parto normal ou vaginal
  • Parto a fórceps
  • Parto na água


Parto normal: O nascimento é por via vaginal com auxilio do médico no corte para facilitar a saída do bebê, é o modo convencional de dar a luz, é usado em todo o mundo e evita doenças como por exemplo: Infecções, dores pélvicas, hematomas e diminui o tempo de resguardo e cuidados na recuperação.

Parto natural: O nascimento e como no parto normal, alterando penas que a mulher é quem fica responsável por todo o parto, sem o corte ou intervenção do médico que acompanha todo o processo atendo a todos o detalhes do acontecimento, essa forma de parto também e indicada, o acompanhamento de pessoas da família e do pais do bebê podem ser feitos para passar para a mulher maior segurança na hora do parto natural.

Parto de cócoras: É o parto geralmente feito por índias, a posição deste parto e diferente do parto normal e natural que a mulher geralmente se posiciona de modo ginecológico com as pernas para acima em um angulo em média de 90º graus, a posição deste parto e de cócoras, a mulher conta com ajuda da gravidade para que a criança saia de dentro do ventre para fora, também realizado em hospitais e clinicas esse método é um parto normal porém com o posicionamento de forma diferente do normal.

Parto na água: O parto na água é feito com a mulher em uma banheira, onde a água tem a mesma temperatura média do líquido amniótico que é cerca de 37º, neste procedimento a água fica cobrindo a barriga da mãe, que pode estar acompanhada pelo pai da criança ou um parente, dando a mãe maior segurança durante o processo do parto, o acompanhamento do médico é feito durante todo o processo.

Parto a fórceps: Este procedimento já foi proibido, o uso só é permitido em casos extremos onde é necessário a intervenção no parto normal para a saída do bebê, sendo que o fórceps é um instrumento usado para a retirada da criança de dentro do canal vaginal, ele é em forma de uma pinça com a forma de uma colher, que faz a retirada da criança quando ocorre algum problema no decorrer do parto normal, induzindo o posicionamento da cabeça correto para a saída pelo canal do parto.


 SEIO INCHADO
Os médicos diagnosticam o seio inchado como Edema, que é o mesmo que inchaço, o Edema pode ocorrer em outras partes do corpo, que é denominado como Edema generalizado, más nas mulheres, ocorre principalmente na região dos seios, que é denominado como Edema localizado, que ocorre pela retenção de líquidos nos tecidos do corpo.

Mas o seio inchado pode estar relacionado a diversos fatores, como mastalgia que causa dores e inchaço nos seios, e que em hipóteses raras a mastalgia está relacionada ao câncer de mama, a dor e o inchaço através da mastalgia pode esta relacionada a alterações com a mudança de hormônio pré-menopausa ou pós-menopausa.
Mas também o seio inchado pode estar relacionado a sintomas decorrentes ao ciclo  pré- menstrual ou menstrual, que ocorre geralmente uma vez no mês. Na gravidez o seio também pode ficar sensível e ter inchaços.

Dicas para evitar a retenção de líquidos, que são principais causadoras do inchaço localizado:
Evitar alimentos com auto teor de sal.
Atividades físicas excessivas
Calor excessivo
Baixa ingestão de alimentos com potássio
Alto nível de ingestão de bebidas ou alimentos que contém cafeina




CINTA PÓS CIRURGIA


As cintas pós cirurgia, são indicadas para uso pós operatórios de cirurgias plásticas, lipoaspiração, abdominoplastia, lipoescultura, e varias outras cirurgias. O uso de cinta pós cirurgia, é apenas um dos cuidados que o paciente deve ter apos se submeter a uma cirurgia. A cinta pós cirurgia deve ser usada por um período  aproximado de dois meses.
Os fabricantes de cintas pós cirurgia, estão fabricando cintas com certificado de qualidade, e que proporcionam conforto ao paciente, e atende todas as exigências medicas e estéticas, com diversos tamanhos, modelos, e cores.
As cintas pós cirurgias podem ser encontradas em lojas de produtos ortopédicos, loja de lingerie e até mesmo nas clinicas e com materiais que facilitam na higienização, como tecido em algodão emborrachado, malhas de compressão, com colchetes laterais ou frontais, sem colchetes, bojo estruturado com espuma, alças destacáveis, com barbatanas na frente e nas costas.
A cinta pós cirurgia tem variações de preços, com valores intermediários a partir de 70,00 reais chegando, e outras que podem custar  até 200,00 reais.

COMO POSSO ENGRAVIDAR

Engravidar é algo que geralmente a maioria das mulheres não querem, fazer o uso de anticoncepcional, camisinha, tabelinha, pílula do dia seguinte e qualquer método anticoncepcional é muito comum entre as mulheres, o crescimento das vendas mostram que cada dia aumenta mais a quantidade de mulheres que não querem ter filhos no momento.
Quanto tempo depois de interromper o anticoncepcional posso engravidar?
Para ter uma gravides é preciso saber quando é o período fértil, o acompanhamento com um ginecologista é indispensável para saber como o ciclo menstrual está depois de parar o uso dos anticoncepcionais, o tipo de anticoncepcional pode demorar um período diferente para deixar de interferir no ciclo menstrual, geralmente dois a três meses depois de interromper o uso das pílulas anticoncepcionais a mulher está apta a engravidar.
Depois de quanto tempo tentando engravidar devo procurar o médico?
Uma mulher com idade inferior a 30 anos é considerada com problemas de infertilidade depois de 12 meses de tentativas, porém a infertilidade pode ser do parceiro e não dela, o indicado quando queremos ter uma gravidez é procurar o ginecologista antes de começar as tentativas e verificar as condições de saúde, o acompanhamento do ginecologista torna as duvidas menores que em casos que não temos o acompanhamento.
Posso engravidar com qual idade?
A idade para engravidar é uma escolha da mulher, os especialistas indicam que seja em uma idade entre os 20 a 28 anos para que a mulher evite riscos para a saúde, a gravidez com pouca idade é considerada de risco por alguns médicos e a gravidez em mulheres acima de 35 anos é uma gravidez de risco para maior parte dos médicos.
Como posso engravidar?
Para engravidar podemos usar a tabelinha para saber com precisão os dias férteis, com o acompanhamento da temperatura vaginal, com o acompanhamento do ginecologista podemos ter mais facilidade para engravidar, ao tentarmos e não conseguir não quer dizer que temos problemas de infertilidade, exames podem verificar as causas da dificuldade para engravidar.

QUAL O MOTIVO DO CORRIMENTO ESVERDEADO

Os corrimentos vaginais acontecem em mulheres de todas as idades, alguns tipos de corrimento podem provocar sintomas desagradáveis, coceira, ardência, formigamento entre outros desconfortos como o mau cheiro.
O corrimento esverdeado é uma secreção que pode variar a espessura e aspecto, o motivo que leva as mulheres a ter corrimento esverdeados são ligados a infecções e doenças sexualmente transmissíveis.
Motivos do corrimento esverdeado.
Tricomoníase.
Candidíase.
Gonorreia.
HPV.
Condiloma acuminado.
Herpes genital.
Gardnerella vaginalis.
Uma bactéria pode apresentar sintomas diferentes em uma mulher, a alteração na cor do corrimento é uma dessas alterações nos sintomas como também a intensidade de secreção vaginal e odor.
Corrimento vaginal esverdeado é tratado com pomada ginecológica e medicação, a prescrição dos medicamentos para corrimento esverdeado são uma indicação do ginecologista.

                       QUAL O MOTIVO DO CORRIMENTO AMARELADO

A incidência de corrimentos vaginais que acontecem em mulheres de todas as idades é muito grande em todo o mundo, os sintomas desagradáveis como, coceira, ardência, formigamento, mau cheiro, podem acompanhar o corrimento amarelado.
A secreção do corrimento amarelado pode variar de espessura e aspecto, infecções e doenças sexualmente transmissíveis são possíveis causas de corrimento amarelado, exames como o papanicolau podem diagnosticar as causas e motivos do corrimento amarelado.
Motivos do corrimento amarelado.
Candidíase.
Condiloma acuminado.
Gardnerella vaginalis.
Gonorreia.
Herpes genital.
HPV
Tricomoníase.
Podemos ter a mesma bactéria e ter sintomas diferentes de uma mulher para outra, cor do corrimento, intensidade de secreção vaginal, odor, ardência, coceira e os demais sintomas podem apresentar se com variações.
Tratamento para corrimento vaginal amarelado e feito com uso de mediação de via oral e pomadas vaginais, exames de analise citológica como o papanicolau podem indicar qual é o motivo do corrimento vaginal amarelado.

MENSTRUAÇÃO ATRASADA GRAVIDEZ E CORRIMENTO

Durante a gravidez a mulher pode apresentar corrimento vaginal que vai estar associado com o atraso menstrual, durante o desenvolvimento da gravidez é arriscado ter corrimento vaginal que pode prejudicar o feto e levar ao aborto.
Como uma das causas do corrimento temos a vaginite que é uma infecção, candidíase e outras bactérias que causam corrimento, durante a gravidez podemos ter o aumento de alguns sintomas como o corrimento, como o corrimento pode ser sintoma de uma DST que alem de corrimento pode causar outros sintomas podemos ter também o sangramento vaginal durante a gravidez que provoca grandes riscos de aborto.
O indicado é procurar o ginecologista para a realização de exames como por exemplo o papanicolau que faz a retirado de secreção do canal vaginal e do colo do útero para analise citológica, o resultado da prevenção é muito importante para o tratamento correto do corrimento.
O atraso menstrual pode ser por motivos variados exemplos.
Amenorreia
Anorexia
Bulimia
Doenças Sexualmente Transmissíveis
Desequilíbrios hormonais
Gravidez
Gravidez ectópica
Infecções dos órgãos sexuais
Menopausa
Medicamentos
Obesidade
Ovários policísticos
Estres
Tumor cerebral

CORRIMENTO AMARELADO EFEITOS E MOTIVOS

O corrimento vaginal é um dos motivos que mais leva as mulheres a procurar o ginecologista, o corrimento pode ter cores e odores variados, podemos apresentar sintomas diferentes devido a uma mesma bactéria ou doença.
Sintomas de corrimento amarelo.
Sangramento vaginal
Odor vaginal
Inchaço vaginal
Queimação
Coceira
Irritação
Formigamento
Sangramento vaginal na gestação
Os motivos que podem causar o corrimento amarelo são.
Cervicite
Doença Inflamatória Pélvica
Doenças Sexualmente Transmissíveis
Herpes genital
Gonorreia
Câncer
Vaginose bacteriana
HPV
Proliferação de bactérias
Vaginite
Tricomoníase
As causas e motivos de corrimento vaginal são uma grande variedade, os sintomas que podemos apresentar devido ao corrimento vaginal amarelo podem ser sintomas desagradáveis que sejam um indicio de que temos que recorrer ao ginecologista para fazermos o tratamento.

SANGRAMENTO INTERMENSTRUAL

O sangramento intermenstrual é um acontecimento que leva grande parte das mulheres aos consultórios ginecológicos, o sangramento vaginal intermenstrual pode ocorrer a qualquer momento durante o ciclo menstrual, essa alteração no sangramento pode ser por causas variadas.
Causas do sangramento intermenstrual
Anemia
Câncer
Cervicite
Diabetes
Endometriose
HPV
Infecções
Miomas
Remédios
Vaginite
Obesidade
Ovários policísticos
Essas e outras causas são capaz de provocar o sangramento intermenstrual, o nome já explica o sangramento que pode também ser chamado de hemorragia, quando apresentamos sangramento intermenstrual o indicado e procurar o ginecologista para saber a causa do sangramento e para que ele indique a conduta a ser seguida.

fonte:DicasFree


O uso de alguns produtos como sabonete íntimo podem provocar a alergia vaginal, podendo apresentar sintomas de irritabilidade, coceira, descamação da pele e até mesmo feridas, o uso de produtos indicado para o órgão sexual feminino deve ser feito por um médico.
O uso de pomadas e cremes vaginais podem desenvolver a alergia vaginal pela sensibilidade á algum componente da fórmula da bula da medicação, quando fazemos o uso de medicamentos estamos sujeitos a efeitos colaterais assim como a alergia de alguns componentes da fórmula do medicamento em questão.
O uso de pomadas e sabonetes íntimo que não são dermatologicamente testado não é indicado, encontramos a disposição em farmácias e redes de supermercado produtos que em seu rótulo temos a indicação de dermatologicamente testado, esses produtos podem ser usados caso não haja essa classificação no produto não devemos fazer o uso.
Quando temos alergia vaginal o indicado é procurar o médico para que ele indique a conduta para ser seguida, os casos podemos tomar antialérgicos e medicamentos para que os sintomas desagradáveis passem o mais rápido possível.



Não respondemos a perguntas relacionadas a sintomas ou resultado de exames.O textos acima serve apenas como informação,somente o médico poderá avaliar e/ou orientar sobre qualquer sintoma similar as informações aqui postadas.